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Sexta-feira, Julho 08, 2011
NESTE INSTANTE REUNIÃO IMPORTANTE DO PAPAREIA. RECADO DO ALUYSIO PARA O RT: O PEIXE PREGO ESTÁ ÓTIMO. AMANHÃ A REPÓRTERA DÁ MAIS DETALHES...
postado por: lucas oliveira 10:31 PM
Quinta-feira, Agosto 25, 2005

postado por: lucas oliveira 3:54 PM
Domingo, Dezembro 15, 2002
Hemorroíse
Conto de Fábio Marchioro
"Filha, tua fé te curou.
Vai em paz."
(Marcos, 5,34)
Naquela tarde fazia muito calor.
Há mais de uma semana uma densa cobertura de nuvens mantinha a temperatura elevada e o ar úmido, deixando todos com aquela sensação desagradável que antecede uma tempestade. Esse clima era normal naquela época do ano, mas saber disso não diminuía o seu desconforto.
O que ela chamava de casa, com uma ponta de orgulho apesar de tudo, era um pequeno cômodo cheirando a mofo e fumaça que mal continha as poucas coisas que possuía. Ficava embutido entre duas casas mais altas e a rua estreita e tortuosa não permitia uma boa circulação de ar. Ali dentro havia espaço unicamente para um tosco banquinho de madeira, o catre forrado de palha, onde dormia e um amontoado de pedras que formava um fogão, onde cozinhava e de onde tirava calor no inverno.
Duas túnicas pretas, com véu, dobradas sobre o catre, compunham, com a outra que ela vestia, todo o seu guarda roupa. A última sandália, trançada com tiras de couro, há muito tempo havia sido roubada. Tinha ainda um jarro de barro que servia para buscar água e uma espécie de gamela de madeira que ela considerava seu maior bem. Não sendo muito grande, servia para carregar frutas e verduras que ela buscava nas feiras e que colhia nos restos de algumas das casas mais ricas da vizinhança.
Ainda era respeitada, se bem que as pessoas sempre mantivessem certa distância. Achavam que a doença poderia pegar. Mal sabiam que ela só queria um pouco de atenção. Alguns instantes de conversa, um bom dia, mesmo que lá do outro lado da rua, era todo o remédio de que precisava. Os médicos não a curaram e, pelo que poderia deduzir do fundo da sua falta de conhecimento, nada haveria de fazê-lo.
Certos períodos foram muito difíceis, especialmente depois que o filho faleceu, mas ela nunca passou fome. O marido havia simplesmente desaparecido. Todos, ao redor de sua casa, com um tom de crítica e pelas suas costas, diziam que ele a abandonara por causa da doença. O que importava na verdade, é que tinha um teto, fogo durante o inverno, comida suficiente e as roupas de que precisava. Seu único passatempo era ficar na janela, o lugar menos abafado, menos úmido, e de onde sempre ouvia fiapos das conversas das pessoas que passavam. As novidades dos vizinhos e as coisas que aconteciam na cidade, inevitavelmente caiam em seus ouvidos. Foi assim que soube que aquele homem estava a caminho da cidade.
Estava tentando aliviar um pouco o calor, com um trapo úmido que de vez em quando passava na testa, quando escutou uma palavra que lhe roubou a atenção: cura. Isso, aliado aos boatos de que uma pessoa especial vinha conseguindo feitos impressionantes na cidade e nas redondezas, fez com que ela se levantasse e fosse atrás das pessoas que haviam passado conversando. Acabou conseguindo a informação que desejava: um homem, com poderes, deveria chegar na cidade no dia seguinte.
No entanto, a esperança de que ele pudesse fazer alguma coisa rapidamente se desvaneceu. Enquanto voltava para casa, a sensação de umidade por causa da doença e do calor, agravaram seu desconforto. Além de tudo, suas têmporas latejavam. Nestes instantes, ela só pensava na dor e no sofrimento dos últimos doze anos. As cólicas eram tão fortes que muitas vezes ela nem podia andar. Tudo por causa da hemorragia. Isto sempre havia contribuído para o seu isolamento, sua fraqueza e sua incapacidade para o trabalho. Todos os seus bens, dinheiro, propriedades e amizades foram assim, ano a ano, sendo consumidas.
Ela nunca conseguiu se acostumar àquela situação. Uma ponta de revolta, que é sempre a ponta visível de um iceberg, começava a aparecer em meio a um mar de dores, pobreza e solidão. Mesmo assim, depois de chegar em casa, refrescar-se com um pouco de água, trocar de roupa e repousar alguns instantes, a esperança lentamente foi voltando. Talvez ele pudesse fazer alguma coisa.
Estando já bastante debilitada pela doença, com certeza não conseguiria lutar com a multidão para aproximar-se dele. Decidiu então que iria tentar encontrá-lo antes que se aproximasse da cidade. No dia seguinte, logo cedo, saiu de casa dirigindo-se para a estrada por onde o homem deveria passar. Estranhou a quantidade de pessoas na rua àquela hora da manhã, mas não ligou a chegada do homem ao movimento, já que estava preocupada com duas coisas: como identificá-lo e como pedir sua ajuda. Com certeza muita gente estaria à sua volta, pedindo sua benção, chamando sua atenção, implorando auxílio. Como é que, debilitada como estava, poderia vencer a multidão, aproximar-se e pedir ajuda?
Envolvida com estes pensamentos, caminhava vacilante, quando estacou. Não saberia explicar o que aconteceu. Sentiu algo diferente e naquele instante decidiu: havia chegado o dia em que sua vida iria mudar. Não foram necessários trovões. Não precisou de anjos. Ela simplesmente sabia.
A partir daquele momento, determinação era só o que existia. Os passos vacilantes se tornaram um caminhar seguro. O olhar embaçado, obscurecido por anos de dor e pela perda contínua de sangue, adquiriu brilho. Ela mais do que queria, acreditava que ia conseguir.
Sendo o relevo daquela região bastante acidentado, do alto de um pequeno morro viu o grupo que se aproximava pela estrada.
Ficou onde estava
Descreveu mais tarde para seus vizinhos e para todos os que foram visitá-la, que naquele instante teve a sensação de que suas pernas faziam parte do solo. Pareciam colunas de pedra. Simplesmente não podia se mexer. No entanto, não sentia medo. Não sentia necessidade de pedir ajuda. Estava tomada por uma sensação de paz. Paz profunda. De longe, pôde acompanhar a aproximação do homem. Foi fácil deduzir quem era ele e quem fazia parte do seu grupo. Estes se destacavam da multidão por um motivo que ela não sabia identificar. Ele, no entanto, era radiante.
Pela sua simplicidade, pouca condição tinha de descrevê-lo, mas as expressões "Ele era lindo... Ele brilhava..." acompanhadas de um calmo sorriso, foram as mais usadas. Eram na verdade, as mais próprias. Aquela mulher, aquela personalidade, nunca mais seria a mesma.
O grupo continuou sua caminhada e ela o seguiu de volta para a cidade. O Homem conhecia bem o caminho e à medida que a multidão permitia, movimentava-se com desenvoltura pelas ruas mostrando assim que tinha destino certo.
Ela contornou uma praça onde havia menos gente, e com a mesma certeza de alguns momentos atrás, simplesmente soube que o grupo passaria por uma determinada viela. Não foi preciso esperar muito. Alguns instantes depois, aquele Ser maravilhoso ficou a poucos passos de distância.
E foi como se o tempo parasse.
Os sons ficaram distantes, tudo parecia mais nítido e algumas pessoas se posicionaram de tal forma que se formou, disse ela mais tarde, uma espécie de corredor entre os dois. Só o que precisou foi dar três passos para chegar ao Seu lado. No entanto, anos de humilhações, de repressão familiar e social, somados ao deslumbramento de estar próxima daquele Ser especial, falaram mais alto. Ela nada disse. Nada pediu. Simplesmente ajoelhou-se e tocou a barra de seu manto. O que se seguiu foi muito rápido.
Ele parou.
Voltou-se aos seus discípulos e perguntou:
-Quem me tocou?
Como sempre, seus companheiros pouco entendiam suas atitudes e um deles, chamado Pedro, nervoso por causa da multidão, disse ácido:
-A multidão está nos cercando e apertando por sua causa e ainda assim quer descobrir quem foi que tocou em você?
Com calma infinita, um de seus mais belos traços, Ele respondeu:
-Alguém me tocou, pois senti que de mim, saiu uma virtude.
Ela estava imóvel. Petrificada. Achou que talvez pudesse ter cometido um grave erro. Que talvez não devesse ter-lhe tocado sem permissão. Ainda de joelhos, naqueles segundos que se arrastavam, ela acabou por notar que alguém estava em pé na sua frente. Quando reuniu coragem e levantou o olhar, deparou-se com os mais profundos e belos olhos que já havia visto na vida.
Compreendeu então o que aconteceu, e prostrada aos pés do Filho do Homem, contou porque O tocara. Ele, sorrindo, levantando-a com carinho, afirmou:
-Filha, foi tua fé que te curou. Vai em paz.
postado por: lucas oliveira 3:40 PM
Sábado, Dezembro 14, 2002
O dia mais belo?
Hoje.
A coisa mais fácil?
Errar.
O maior obstáculo?
O Medo.
O maior erro?
O abandono.
A raiz de todos os males?
O Egoísmo.
A distração mais bela?
O trabalho.
A pior derrota?
O desânimo.
Os melhores professores?
As crianças.
A primeira necessidade?
Comunicar-se.
O que mais lhe faz feliz?
Ser útil aos demais.
O maior mistério?
A morte.
O pior defeito?
O mau humor.
A pessoa mais perigosa?
A mentirosa.
O sentimento mais ruim?
O rancor.
O presente mais belo?
O perdão.
O mais imprescindível?
O lar.
A rota mais rápida?
O caminho certo.
A sensação mais agradável?
A paz interior.
A proteção efetiva?
O Sorriso.
O melhor remédio?
O otimismo.
A maior satisfação?
O dever cumprido.
A força mais potente do mundo?
A Fé.
As pessoas mais necessárias?
Os Pais.
A mais bela de todas as coisas?
O Amor.
(Madre Tereza de Calcutá)
postado por: lucas oliveira 11:35 PM
Terça-feira, Dezembro 10, 2002
Polidez Artificial
Eu estava correndo e de repente um estranho trombou em mim:
Oh, me desculpe por favor", foi a minha reação
E ele disse - Ah, desculpe-me também, eu simplesmente nem te vi.
Nós fomos muito educados um com o outro, aquele estranho e eu
Então, nos despedimos e cada um foi para o seu lado
Mais tarde naquele dia, eu estava fazendo o jantar e meu filho parou do
meu lado tão em silencio que eu nem percebi.
Quando eu me virei, tomei o maior susto e lhe dei uma bronca
Saia do meu caminho filho!
E eu disse aquilo com certa braveza.
E ele foi embora, certamente com seu pequeno coração partido.
Eu nem imaginava como havia sido rude com ele.
Quando eu fui me deitar, eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:
Mas com seu filho, a criança que você ama, você nem sequer se preocupou
com isso!
Olhe no chão da cozinha, você verá algumas flores perto da porta. São
flores que ele trouxe para você.
Ele mesmo as pegou; a cor-de-rosa, a amarela e a azul.
Ele ficou quietinho para não estragar a surpresa e você nem viu as
lágrimas nos olhos dele.
Nesse momento, eu me senti muito pequena.
E agora, o meu coração era quem derramava lágrimas.
Então eu fui até a cama dele e ajoelhei ao seu lado.
- Acorde filhinho, acorde. Estas são as flores que você pegou para mim?
Ele sorriu,
- Eu as encontrei embaixo da árvore. Eu as peguei porque as achei tão
bonitas como você!. Eu sabia que você iria gostar, especialmente da azul
Eu disse:
- Eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul.
Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual
trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.
Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, os nossos
filhos, sentirão essa perda para o resto de suas vidas.
E nós raramente paramos para pensar nisso.
Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que
nossa família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que
realmente estamos perdendo.
Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um "Eu te amo", de dizer
um "Obrigado", de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é
importante para nós.
Ao invés disso, muitas vezes agimos rudemente, e não percebemos o quanto
isso machuca os nossos queridos.
A família é o nosso maior bem!!
Que Deus Abençoe o Teu Dia!
postado por: lucas oliveira 6:30 PM
Provavelmente, tinha esperado que a aglomeração se desfizesse e, quando chegou sua vez, deixou cair no cofre duas pequenas moedas, as de menor valor entre as que estavam em circulação.
Se alguém estivesse encarregado de anotar as oferendas que se ia fazendo, nesse dia no Templo, certamente teria achado que não valia a pena tomar nota da esmola da mulher. E, no entanto, foi a mais importante de todas! Foi tão grata a Deus, que Jesus convocou seus discípulos, dispersos pelo recinto, para que aprendessem a lição da viúva. As pequenas moedas de cobre certamente não fizeram ruído nenhum, mas Jesus percebeu claramente o amor sem palavras de alguém que dava a Deus todas as suas economias. Em verdade vos digo.....(Mc12, 38-44).
Como é diferente o que é importante para Deus daquilo que é importante para nós, os homens! Nós costumamos impressionar-nos com o que é chamativo, grande..... Deus comove-se com os pequenos detalhes de amor. Pois bem, já sabemos agora como comover o coração de Deus: com as únicas coisas que temos ao nosso alcance- as coisas pequenas.
Poucas vezes se apresentam grandes ocasiões de servir a Deus, mas as pequenas, continuamente. Pois deves compreender que, quem for fiel no pouco, será constituído no muito.
Não basta que aquilo que se realiza seja bom ( trabalhar, rezar,... ); deve, além disso, ser uma obra bem terminada. Para que haja virtude, ensina Santo Tomás de Aquino, é preciso reparar em duas coisas: naquilo que se faz e no modo como se faz.
E quanto ao modo de faze-lo, a cinzelada, a pincelada, o retoque final convertem aquele trabalho numa obra - prima. Pelo contrário, toda obra marretada, feita de um modo desleixado e defeituoso, é sinal de languidez espiritual e de tibieza. Conheço as tuas obras.....(Ap.3, 1-3).
Um pequeno detalhe isolado pode não ter importância: ¿O que é pequeno, pequeno é, mas aquele que é fiel no pouco, esse é grande, porque a perfeição no detalhe exige generosidade, sacrifício e sobretudo, amor. O amor é o que torna importantes as pequenas coisas. O amor de Deus leva à vibração, ao engenho e ao esforço por encontrar em tudo ocasião de amor a Deus e de serviço aos outros.¿
¿A quem é diligente e fervoroso, dar-se-lhe-á toda ajuda que depende de Deus; mas quem não tem amor, nem fervor, nem faz o que está ao seu alcance, também não lhe será dado o que depende de Deus. Porque perderá, diz o Senhor, ainda, aquilo que parece ter, não porque Deus o tire, mas porque se incapacita para novas graças.¿ (S. João Crisóstomo) Àquele que corresponde a graça, dar-se-lhe-á ainda mais graça; mas quem não frutificar as inspirações, moções e ajudas do Espírito Santo, ficará cada vez mais empobrecido.
As causas que levam a não progredir na vida interior e, portanto, a retroceder e a dar lugar ao desalento, podem ser muito diversas, mas por vezes podem reduzir-se a poucas: ao desleixo, à falta de vigilância nas pequenas coisas que dizem respeito ao serviço e à amizade com Deus. Muitas pequenas coisas, feitas com amor e por amor, constituem o nosso tesouro deste dia que levaremos para a eternidade.
Frei Miguel Angel Hernández OAR
postado por: lucas oliveira 2:26 AM
Um gesto de amor.
Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente. "É para minha mãe!", diz com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo.
Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.
Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar.
Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe.
Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.
Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?
Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento. Por que a demora? Qual o problema?
No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.
Impaciente, ele perguntou: "moço, está faltando alguma coisa?"
"Não", respondeu o proprietário da loja. "é que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada."
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: "nem um sabonete?"
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!
***
Invista no amor. Ele é o mais poderoso meio de tornar as pessoas felizes.
Em qualquer circunstância, em qualquer data especial para determinadas comemorações, o mais importante não é o que se dá, mas como se dá.
Todo presente deve se revestir de sentimento e não deve haver diferenças entre homenagens a uma pessoa pobre ou a uma pessoa rica.
A expressão deve ser sempre do afeto. O que se deve dar é o coração a vibrar em amor.
postado por: lucas oliveira 2:25 AM
Ler Com Atenção .
Divulgem para todos de sua lista ! ! ! !
Você sabia que existe um tribunal no Rio para pequenos acidentes de carro?
Aqueles acidentes de trânsito chatos, com discussões sobre de quem é a culpa que duram duas, três horas, praticamente perdidas e você ainda pode sair no prejuízo! Existe um serviço que pode ajudar a diminuir estes problemas. É a Justiça Volante. Se você se envolver em um acidente de trânsito, é só ligar para esse serviço. São cinco viaturas equipadas com Juizado de Pequenas causas e, oficialmente, todo mundo sai de dentro da Van, como se tivesse saído de um Tribunal. O serviço está preste a acabar simplesmente por que... Ninguém liga! Ninguém conhece! Transmitam para quem puder e guardem este número em seu celular. Tel.: (21) 3327-8000
postado por: lucas oliveira 2:24 AM
CONTO CHINÊS
Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma palavra:
- Ame-a.
E logo se calou.
- Mas, já não sinto nada por ela!
- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.
E diante do desconcerto do senhor, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:
"Amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.
O amor é um exercício de jardinagem. Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.
Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame seu par, ou seja: aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame !!! "
A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz ridículo.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A vida sem amor... sem amor ela não tem sentido.
.
postado por: lucas oliveira 2:23 AM
Tolerancia Zero.
O marido pergunta (assim que a mulher acaba de levar o maior tombo)
Caiu?
Mulher :- Não, me joguei!
A moça deu o sinal no ônibus para descer e o cobrador pergunta:
Vai descer?
Moça:
Não, só estou vendo se funciona!
O ascensorista no térreo, pergunta para o hóspede que chega:
Sobe?
Hóspede:
Apostador (no prado):
A senhora gosta de corrida de cavalos?
Apostadora:
Não, eu venho aqui pra sofrer.
Dentro do avião, um passageiro pergunta ao outro:
Está indo pra Goiás?
O outro passageiro responde "educadamente":
Não, eu peguei o avião errado.
Uma moça marca um encontro com seu namorado na porta do cinema, e o
mesmo aparece com capacete na mão.
A moça pergunta:
Veio de moto?
O namorado responde:
Não, eu vim com isso na cabeça para não despentear os cabelos.
Garçom pergunta para o casal que senta na mesa:
- É pra dois?
Homem:
Não, eu vou comer e ela vai ficar só assistindo.
Mulher pergunta ao marido chegando em casa todo molhado:
Está chovendo?
Marido:
Não, é que todo mundo na rua resolveu cuspir em mim.
Amigo 1 (encontrando outro na rua):
Cortou o cabelo?
Amigo 2:
- Não, caiu.
Repórter de TV pergunta para a senhora subindo a escadaria da igreja
de
joelhos:
- A senhora está pagando promessa?
Senhora:
Não, é que eu sou muito alta, então eu ando assim pra não chamar a
atenção.
Dona de Casa abri a porta para o convidado e pergunta:
Oi, você veio?
Convidado responde:
Não, não sou eu! É outro, vou vir mais tarde.
Namorada (recebendo flores)
São flores?
Namorado:
Não, são cenouras!!!
postado por: lucas oliveira 2:22 AM
Segunda-feira, Dezembro 09, 2002
" Que eu nunca peça ficar livre dos perigos, mas coragem para enfrentá-los...
Que eu nunca mendigue paz para a minha dor, mas coração forte para dominá-la...
Que eu não procure aliados na batalha da vida, mas a minha própria força....
Que eu não anseie medrosamente pela salvação, mas esperança e paciência para conquistar a minha liberdade.
Senhor, garante que eu não seja tão covarde para sentir a tua misericordia apenas no meu triunfo..
Permite-me encontrar o teu aperto de mão no meio de meu fracasso. "
Rabindranath Tagore
Colhendo Frutos
postado por: lucas oliveira 10:25 AM
Domingo, Dezembro 08, 2002
Jardim Interior
Todos os jardins deviam ser fechados,
com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre o vermelho dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono...
O que mata um jardim é esse olhar vazio
De quem passa indiferente.
(Mario Quintana)
postado por: lucas oliveira 10:37 AM
Quinta-feira, Dezembro 05, 2002
A Última Corda
Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saiam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo.
Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou.
Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível.
Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.
De repente, um som estranho interrompe o devaneio da platéia.
Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. O público parou. Mas Paganini não parou. Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.
O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.
Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou. Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar.
Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir.
Todas as pessoas pasmas, gritaram OOHHH! Que ecoou por aquele auditório.Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro para. A orquestra para. A respiração do público para. Mas Paganini não para. Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.
Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.
Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.
Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.
Vitória é a arte
de você continuar,
onde os outros
resolvem parar.
postado por: lucas oliveira 12:52 AM
Terça-feira, Dezembro 03, 2002
Durante algum tempo, em todos os domingos uma pessoa me deu um botão de rosa para colocar na lapela do meu terno. Como eu sempre recebi a flor pela manhã, realmente nunca pensei muito naquilo. Foi um belo gesto que apreciei, mas tornou-se rotina. Contudo, em um domingo, o que eu considerava comum tornou-se muito especial.
Quando eu saía da igreja, um garoto veio em minha direção e disse:
- Senhor, o que vai fazer com essa flor?
Em princípio eu não soube do que ele estava falando, mas depois compreendi.
- Está falando disto? - perguntei, apontando para a rosa em minha lapela.
- Sim - respondeu ele. - Gostaria que me desse, se for jogá-la fora.
Então eu sorri, disse-lhe que poderia ficar com a flor e perguntei casualmente o que pretendia fazer com ela. O garoto, que provavelmente tinha menos de dez anos, ergueu os olhos para mim e respondeu:
- Vou dá-la para a minha avó. Minha mãe e meu pai se divorciaram no ano passado. Eu estava morando com a minha mãe, mas quando ela se casou novamente, quis que eu fosse morar com o meu pai. Morei com ele durante algum tempo, mas ele disse que eu não podia ficar, por isso me mandou ir morar com a minha avó. Ela é muito boa. Cozinha para nós dois e cuida de mim. Tem sido tão boa que eu quero dar-lhe essa linda flor para que fique feliz comigo.
Quando o garotinho terminou, eu mal podia falar. Meus olhos encheram-se de lágrimas e eu soube que ele tocara nas profundezas da minha alma. Eu tirei a flor da lapela. Com a flor na minha mão, olhei para ele e disse:
- Filho, essa é a coisa mais bonita que eu já ouvi, mas você não pode ficar com esta flor porque não é o suficiente. Se olhar para o púlpito da igreja, verá um grande buquê de flores. Famílias diferentes o compram para a igreja todas as semanas. Por favor, leve aquelas flores para a sua avó, porque ela merece as melhores.
Como se não bastasse a minha emoção, ele proferiu uma última frase da qual sempre me lembrarei:
- Que dia maravilhoso! Pedi apenas uma flor, mas recebi um lindo buquê!
postado por: lucas oliveira 1:28 PM
Quarta-feira, Novembro 06, 2002
Coisas que voce fala antes de morrer.
01- "Atira se for homem!"
02- "Atravessa correndo que dá."
03- "Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda"
04- "Fica tranqüilo que este alicate é isolado"
05- "Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão"
06- "Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho"
07- "Adoro essas ruas pois são super tranqüilas"
08- "Tem certeza que não tem perigo?"
09- "Meu sonho sempre foi saltar de pára-quedas"
10- "Confie em mim"
11- "Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência"
12- "Capacete? Imagina, tá calor"
13- "Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado.
14- "Desce desse ônibus e me encara de frente, sua bicha!"
15- "Você é grande mas não é dois!"
16- "Kung-Fu nada. Eu vou acabar com você"
17- "Vamos lá que não tem erro"
postado por: lucas oliveira 1:13 PM